Não ando muito certa com as minhas publicações, pelo que peço desculpa (apesar de ninguém o lamentará mais do que eu). A precariedade está finalmente a tratar-me da saúde mental. No outro dia chorei porque o tipo do guichet do metro se me recusou a aceitar a renovação do passe pelas traseiras, obrigando-me a sair da plataforma da estação do Marquês de Pombal e a pagar outro bilhete para voltar a entrar. Disse-lhe um sumido mas potencialmente lesante e malcriado “Faço noutro dia então, deixe estar”, entredentes, enquanto o orgulho me apunhalava seca e dolorosamente e me abria “as torneiras atrás das orelhas”, uma rima que minha mãe fazia para se reportar ao meu choro infantil.

A verdade é que ando preocupada com esta história do emprego. De qualquer forma espero publicar em breve acerca de ejaculação rápida versus tardia, o que acham?