Audio porn

Recebi as vossas sugestões, fiz as minhas navegações e agora volto até vós com as minhas conclusões. As vantagens da pornografia áudio são várias, sendo que a mais importante, do ponto de vista ético, é garantir o anonimato dxs interlocutorxs. Não é que não possam ser partilhados áudios sexuais de pessoas que não deram o seu consentimento, mas, considerando que não têm suporte visual, a magnitude do impacto em termos públicos é bastante inferior (o que desencoraja quem faria esse tipo de partilha #naopartilhes).

Além de maiores garantias éticas, também proporcionam estímulo verbal – o que pode ser interessante para quem quer diversificar do visual ou, simplesmente, tem apreço pela sensualidade das palavras, como eu.

Sem mais delongas:

Há várias aplicações que disponibilizam algum conteúdo gratuito. Várias pessoas referiram a Dipsea, mas também há a Ferly (ambas com conteúdos para vários géneros), a Emjoy e a Femtasy (estas últimas com conteúdos mais orientados para mulheres e pessoas com vulva). Nestas aplicações encontram histórias eróticas narradas, instruções para masturbação guiada, e muito mais. Eu considero os conteúdos bastante bons para quem gosta do estilo.

Agora, se preferirem ouvir sexo per se, já não podem contar com aplicações simpáticas. Mas há opções! No Tumblr têm o @loveadiogasm, que sobreviveu às novas normas da plataforma, contrariamente à sua irmã @porn4ladies, que eu tanto estimava, onde têm gravações curtas de episódios sexuais diversos. Às vezes até há gravações em português! Há também a Orgasm Sound Library da Bijoux Indiscrets, que é autoexplicativo.

Para quem gosta de kink há o Aural Honey (blog wordpress) e o Girl On The Net.

Para uma experiência bastante diferente têm o podcast de Dixie de La Tour, o Bawdy Storytelling onde atorxs, comediantxs e pessoas do público geral contam as suas histórias sexuais com humor e descontração. Alguns episódios parecem stand up. Aliás, no formato original acho que até eram mesmo eventos itinerantes tipo stand up, em bares.

Por fim, se o que procuram é uma experiência mais próxima da pornografia mainstream, têm os áudios do site Literotica e do Quinn (que é um site tipo YouTube, em qualquer pessoa pode fazer uploads). Estes últimos são os que gosto menos, a começar pelo interface, mas cada um sabe de si!

Vejam lá se não ando trabalhar arduamente para vocês?

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